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09 março 2020

AS 8 PRINCIPAIS CAUSAS DE COCEIRA!

Olá pessoal!

Voltando aos poucos a postar!

Se tudo der certo, vai ter conteúdo semanal por aqui!!!

 Então pra você que tem um peludinho coceirento, que não para de se coçar, lamber e mordiscar, vem ver esse vídeo e compartilhe!


13 abril 2016

APRESENTANDO CÃES E GATOS PARA QUE SEJAM GRANDES AMIGOS


Espero que gostem! Não deixem de curtir e compartilhar a postagem e deixar suas dúvidas e sugestões!


Se você já tem um cão e está pensando em adquirir um gato (ou vice-versa), é muito importante pensar sobre o seu primeiro contato. Ao levar um gato solto e um cão sem coleira para se conhecerem pela primeira vez, em uma sala aberta, provavelmente você estará levando ambos os animais a falhar. Em vez disso, planeje com antecedência e leve o tempo necessário para isso.

Cães e Gatos que combinam

Se você está pensando em obter um gato para o seu cão ou um cão para o seu gato é importante considerar as personalidades de ambos os animais. Pode ser útil procurar um companheiro que já tenha sido exposto a outras espécies no passado.

Se um cão tenta perseguir agressivamente, pegar ou de outra forma "maltratar" qualquer gato, o melhor é desconsiderar a obtenção de um gato ou pelo menos proceder com muita cautela. 
Além disso, um cão que rosna, persegue ou late obsessivamente para um gato provavelmente estaria melhor em um ambiente livre de gatos. Da mesma forma, um gato que sibila, golpeia, foge ou se esconde de cães, provavelmente preferiria não viver com um cão.

Se seu cão ama perseguir coisas então um gato medroso, tímido, que foge, provavelmente não é a melhor escolha, pois só fato dele correr já pode provocar o seu cão a persegui-lo.
Da mesma forma, um gato energético que corre e pula muito se enquadra nessa mesma categoria. O melhor aqui seria um gato calmo, confiante que não sairá correndo (de medo ou brincando).

Se seu cão brinca de maneira bruta é melhor evitar gatinhos filhotes ou gatos idosos que podem ser facilmente feridos. Em vez disso, melhor seria um gato adulto e brincalhão, que esteja interessado ​em brincadeiras, mas que também seja confiante o suficiente para cuidar de si mesmo. Se um gato é muito brincalhão, um cão que é brincalhão, mas gentil, poderia ser uma ótima opção.

Se um cão ou gato é idoso, dorminhoco, calmo ou ansioso, então um companheiro calmo é sempre melhor. Evite companheiros indisciplinados que podem incomodar, assustar ou perturbar o outro animal de estimação.

O Processo de Introdução

Independentemente se  você está introduzindo um novo gato ou um novo cão, o primeiro encontro entre o seu animal de estimação atual e seu novo animal de estimação é uma parte muito importante do processo.
Conheça os quatro passos que vão te ajudar a garantir uma reunião bem sucedida:

  • Passo 1: Escolha o local adequado para a primeira reunião

Gato residente para o novo cão: Se você está adotando um cão, você não deve levar o seu gato para encontrá-lo em um abrigo ou qualquer outro lugar que abriga um número grande de animais por razões de saúde e segurança. Em vez disso, a introdução entre os dois deverá ser feita em casa.

Cão residente e gato novo: Se você está adotando um gato, não leve o seu cão para um local do abrigo onde ele tenha acesso a muitos gatos, pois isso pode ser altamente estressante e traumático para todos os gatos que ali vivem. 
Além disso, a reação do cão no abrigo não é necessariamente um bom indicador de como o ele vai reagir em casa. 
Em vez disso, pergunte aos conselheiros de adoção do abrigo se eles possuem algum gato confiante e que seja acostumado com cães para apresentar ao seu cão sob condições controladas. Se isso não for possível, uma alternativa seria a de apresentar o seu cão a um gato calmo que pertença a um amigo ou parente e que seja acostumado a cães. Como último recurso, você pode trazer o seu novo gatinho para casa e fazer uma introdução em casa.

  • Passo 2: Separe os animais

Durante alguns dias intercale qual animal terá liberdade dentro de casa e qual ficará preso. Isso permitirá que ambos se acostumem ao cheiro do outro companheiro pela casa.

Algumas vezes prenda o cão a uma caixa de transporte ou outro cômodo da casa (ou leve-o pra passear) para permitir que o gato tenha tempo e tranquilidade para andar livre pela casa e investigar o cheiro do cão.

Se o cão cava obsessivamente na barreira de separação (porta ou grade) ou late para o gato por mais de um ou dois dias, a interação provavelmente não irá funcionar sem ajuda adequada. Você provavelmente vai precisar do auxílio de um profissional.

Quando ninguém está em casa o cão e o gato devem ficar sempre seguramente separados, pois no período de adaptação as interações sem supervisão podem ser perigosas.
Uma vez que o cão esteja calmo próximo ao gato (ou pelo menos não esteja obcecado por ele) e que o gato também esteja calmo, comendo e usando a caixa de areia normalmente, você pode avançar para a próxima etapa.



  • Passo 3: Fazer as apresentações presos à coleira

Permita que ambos os animais fiquem na mesma sala, ao mesmo tempo, mas mantenha o cão firmemente preso a uma coleira.
Continue com esse tipo de exercício por vários dias até que o cão fique calmo e ignore o gato, e o gato também fique calmo, que coma e use a caixa de areia normalmente em frente ao cão.

Se houver qualquer medo ou agressividade demostrada por parte de qualquer animal permaneça no passo 2 por mais tempo.
Continue indefinidamente até que ambos pareçam felizes e relaxados perto um do outro.
Novamente, quando ninguém está em casa, mantenha os animais separados.

  • Passo 4: Permitir interações sem supervisão

O tempo sem supervisão em conjunto pode ocorrer depois que o gato e o cão foram supervisionados próximos e presos à coleira por um período significativo de tempo (um mês ou mais) e que você tenha certeza que um não vai machucar o outro.

Dica de treinamento:
Se o cão fica encarando o gato ou a porta que o separa do gato, tente distraí-lo e levá-lo a desviar o olhar com guloseimas, uma voz feliz ou guiando suavemente o cão com a coleira. Uma vez que o cão está longe do gato, tente oferecer um petisco. Se ele voltar para lá, repita este processo até que ele já não esteja mais focado no gato ou na porta.

Sinais de aviso

Se o cão continua excessivamente focado, não tira os olhos do gato ou da porta que os separa, ignora completamente você ou avança de repente sempre que o gato se move,  é sinal de perigo!

Se você estiver procurando por um cão para seu gato residente, tente outro cão. 
Se este já for o seu cão então talvez seja melhor você não ter um gato.
Se a qualquer momento o cão avança, rosna, persegue ou mostra qualquer tipo de agressão a um gato calmo, tranquilo e quieto, esta união provavelmente não vai funcionar. O mesmo vale se um gato ataca um cão calmo e tranquilo. 
Se você está realmente empenhado em fazer este relacionamento funcionar, procure a ajuda de um profissional.

Se você está à procura de um gato para seu cão, e seu cão exibe comportamento questionável em torno de um gato que está rosnando, silvando e golpeando, tente novamente com outro gato mais calmo. Se ele continua a exibir comportamento questionável em torno de vários gatos, provavelmente ele não deve viver com gatos.
Se for o seu gato que está rosnando, sibilando ou golpeando, dê ao gato uma pausa e tente novamente outro dia. Você também pode precisar experimentar um cão diferente. 
Um gato que continuamente silva e rosna para todos os tipos de cães provavelmente não vai querer viver com nenhum cão. 

Talvez seu gato até tolere um cão, mas provavelmente não será feliz, o que é injusto com ele.

Se o gato para de comer, beber, usar a caixa de areia ou visitar os familiares, ela não está feliz. Considere a busca de uma melhor adequação ou contate um profissional em comportamento animal para obter aconselhamento.


Espero que tenham gostado! Não deixem de curtir e compartilhar a postagem e deixar suas dúvidas e sugestões!

Fonte: 
http://www.americanhumane.org/animals/adoption-pet-care/dog-behavior/introducing-dogs-to-cats.html

26 janeiro 2016

RAÇÃO DE GATO X RAÇÃO DE CACHORRO

Oi pessoal, Tudo bem?
Hoje trago mais um vídeo da série sobre rações!

Será que cachorro pode comer ração de gato? E o gato, pode comer a ração do cachorro?
Por que? Quais as diferenças? Existem riscos?
Saiba tudo no vídeo abaixo!


Até mais pessoal!!!

10 janeiro 2016

QUALIDADES DE RAÇÕES PARA PETS: QUAL ESCOLHER?

Standart, Premium e Super-premium...
Com tantas opções, como escolher?
Este vídeo vai te ajudar a saber as diferenças, vantagens e desvantagens e os principais ingredientes em cada tipo de ração, pra ajudar você a escolher a melhor para o seu Pet e para o seu bolso!





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04 janeiro 2016

POR QUE AS PESSOAS DISCRIMINAM ANIMAIS ESCUROS?



Justamente quando você acha que não tem mais espaço para novas formas de racismo no mundo, descobre que as pessoas podem ser racistas contra os cães. Enquanto os filhotes de pelo escuro permanecem definhando nos canis, seus companheiros de pelo claro são adotados. Esta tendência foi nomeada pelos trabalhadores dos abrigos de Síndrome do Cachorro Preto. “O efeito é bem real”, diz Mirah Horowitz, diretora executiva e fundadora do Lucky Dog Animal Rescue. “Recentemente tivemos uma ninhada de cinco cãezinhos muito lindos, muito fofinhos, dois amarelos e três pretos. Os amarelos saíram rapidamente, mas os pretos ficaram durante semanas”.
Cães pretos são submetidos à eutanásia com muito mais frequência e permanecem mais tempo nas agências de adoções do que os cães de cores claras. Em geral, é menos provável que encontrem um lar. Marika Bell, diretora de comportamento e realocação da Humane Society, de Washington, D.C., diz que a organização tem monitorado os animais que ficaram por mais tempo em seus abrigos desde março de 2003. Chegaram à conclusão de que três características podem colocar o animal em risco de se tornar uma “jóia oculta”: tamanho médio, idade entre 2 e 3 anos e um revestimento preto.

Que tipo de malévolo traço psicológico impediria alguém de adotar um cão baseando-se em sua cor?
Especialistas em bem-estar animal acham que a discriminação surge de diversos fatores. O conjunto dos mitos que cerca os cães pretos é sinistro. (Sinistro, de Harry Potter, é um “cão grande, preto, espectral, que assombra os adros das igrejas”, é um “mau agouro, o pior de todos, agouro de morte!”
Um estudo realizado em 2003, por psicólogos da Penn State (Universidade Estadual da Pensilvânia), revelou que as pessoas acham as imagens dos cães pretos mais atemorizantes do que as dos cães amarelos ou marrons. Os entrevistados classificaram os animais de pelo escuro como menos adotáveis, menos amigáveis e mais intimidadores. Embora a associação entre o mal e a cor negra seja mais explícita em relação aos gatos, os cães têm de enfrentar uma cultura pós Samuel Johnson e Winston Churchill que usa a metáfora do “grande cão negro” para simbolizar a depressão.
É mais difícil introduzir o brilho necessário nas fotos de cães negros.
Entretanto, não se trata apenas de superstição. Com a ascenção dos sites de adoção de animais baseados em imagens, como a Petfinder e Petango, muito do processo de adoção acontece antes mesmo da primeira visita ao abrigo. Infelizmente parece ser mais difícil conseguir fotos glamurosas de animais pretos, como explica Fred Levy: “As faces deles parecem menos expressivas e seus olhos ficam apagados”. Levy é o fotógrafo responsável pelo Projeto Cachorro Preto, que tenta dar aos caninos de cor escura o tratamento de estrelas que merecem (fotografias com problemas de iluminação também podem acionar um racismo sutil).

Devido à maneira pela qual a câmera estabelece uma média baseada nos níveis de exposição sobre a cena inteira, diz Levy, “em geral, tudo que você consegue enxergar é uma silhueta preta e uma língua grande”. Ele soluciona o problema colocando seus modelos contra um fundo negro. E Horowitz descobriu que os vídeos funcionam melhor do que as fotografias para capturar a personalidade adorável dos cães. Mas no caso de programas de adoção que não dispõem de equipamento de vídeo ou acesso a fotógrafos profissionais, as fotos de animais pretos têm menos capacidade de convencimento do que as de cãezinhos de pelo claro.
O drama do cachorro preto não fica mais fácil durante a visita ao abrigo. Enquanto os cachorrinhos brancos e amarelos atraem os olhares das pessoas, diz Horowitz, os de pelo escuro são ocultos pelas sombras das jaulas (por isso algumas organizações de resgate treinam os cachorros pretos para sentarem-se na frente dos canis nos horários de visita).
Segundo Bell, embora o preto não seja exatamente a cor mais comum entre os caninos, pode parecer que sim, o que faria com que os tutores em potencial que chegam aos abrigos em busca de algo diferente acabem deixando de adotar um cão preto.

Bell tem a sua própria teoria sobre os cachorros pretos: “Acho que tudo tem a ver com expressões faciais”, ela me explica. “As pessoas se conectam com os cães quando conseguem ler suas expressões faciais. Mas isso é complicado nos cachorros pretos. Você mal consegue ver suas sobrancelhas. Fica mais difícil humanizá-los e criar uma conexão em nível emocional”.
Por Katy Waldman (Tradução: Neuza Vollet/ ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais)

E pra ilustrar, minhas pretas lindas adotadas adultas da rua que amo demais!

03 janeiro 2016

10 outubro 2015

OS 8 MAIORES MITOS SOBRE OS GATOS!

Venha saber todos os mitos que contam por aí sobre os gatos, e saiba quais sao verdades e quais são apenas.... Mitos!


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Comente se você já conhecia algum desses mitos e se já acreditou em algum deles. 


Conhece mais algum mito sobre gatos? Deixe nos comentários!

23 maio 2015

A DIABETES NOS PEQUENOS ANIMAIS

Olá pessoal!
Vídeo novo no nosso canal do Youtube falando tudo sobre a doença Diabetes nos cães e nos gatos!
Tire todas as suas dúvidas, saiba como desconfiar que seu Pet tem esta doença, como é o tratamento e como evitá-la.
Espero que gostem!

02 maio 2015

CRIAÇÃO DE HOSPITAIS VETERINÁRIOS PÚBLICOS! PRIMEIROS PASSOS

A deputada estadual Janaina Riva (PSD) apresentou dois projetos de lei na sessão ordinária desta terça-feira (28.04) que tratam diretamente da garantia à saúde e direitos dos animais. O primeiro, institui o Hospital Veterinário Público Estadual no município de Cuiabá e Clínicas Veterinárias Públicas Estaduais nos municípios com população acima de 35 mil habitantes, com a finalidade de garantir atendimento veterinário e demais procedimentos para cães e gatos de famílias de baixa renda. O segundo projeto prevê a inserção da disciplina “Noções de Respeito e Proteção aos Animais” nas escolas da rede pública de ensino do Estado de Mato Grosso.
Sala de espera no Hosp. Vet. Público Tatuapé

Com relação ao Hospital, consta do texto do projeto de lei que o Poder Público, para alcançar os fins previstos na presente Lei, poderá celebrar convênios com as instituições ou empresas públicas e privadas. O texto prevê ainda que as despesas decorrentes da execução desta Lei, correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas, se necessário.
“Quando comecei a trabalhar nesta lei estava preparada para ser amplamente criticada já que muitas pessoas falam que se não há saúde para gente, como pleitear algo neste sentido para os animais? Eu afirmo que uma coisa está diretamente ligada a outra. A saúde humana está relacionada à saúde animal. Existem mais de 600 patógenos que afetam as pessoas e que podem ser transmitidos pelos animais. O aumento da população de animais domésticos nas residências amplia o risco de contração das zoonoses, doenças transmissíveis dos animais aos homens e vice-versa. Doenças como sarna sarcópia, micoses e verminoses são as mais comuns, atingindo principalmente as crianças. Além destas, infecções bacterianas diversas, viroses como raiva e hematozoários acometem humanos de qualquer idade. Temos que seguir os bons exemplos de diversos estados onde isso já funciona sem que uma coisa interfira no bom funcionamento da outra”, afirmou.
Hospital Veterinário Público Tatuapé
Sobre o projeto de lei que trata da inserção da disciplina “Noções de Respeito e Proteção aos Animais” nas escolas da rede pública, Janaina afirma que terá o objetivo de despertar e promover, desde a infância e a adolescência, a reflexão sistemática sobre o tema do respeito e da proteção que devem ser dispensados continuamente aos animais, como decorrência do direito à vida, do direito ambiental e também da alta consideração que deve ser considerada a todos os seres vivos.

Fonte: ANDA
OBS: Vale lembrar que em São Paulo já existe um Hospital Veterinário Público no bairro do Tatuapé que vive lotado, provando assim que a população de baixa renda quer, sim, cuidar de seus PETS, e um Hospital Veterinário Público torna isso possível.
Cirurgia no Hosp. Vet. Público Tatuapé

27 março 2015

GESTANTES E TOXOPLASMOSE: DEVO ME DESFAZER DO MEU GATO?

Vejo muita, mas muita gente boa, que ama seus animais, se sentindo obrigada a se desfazer deles tão logo descobrem que estão grávidas. 
Aquele momento que era pra ser de pura felicidade acaba também trazendo um gosto amargo quando você precisa dar adeus a um companheiro tão fiel e amoroso e que, às vezes, já está até idoso. 
Então vamos colocar todas as informações verdadeiras na mesa?

Fiz dois vídeos sobre o assunto: Para ver a parte um clique aqui, e a parte dois clique aqui.


O gato x a Toxoplasmose x as grávidas




A Toxoplasmose é uma doença infecciosa muito séria, principalmente para o feto quando adquirida nos primeiros meses de gravidez.
Ela é uma enfermidade cosmopolita, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, capaz de parasitar animais de sangue quente, em sua maioria servindo como hospedeiros intermediários do parasita. O que implica ao gato um papel de destaque é o fato dos felídeos serem hospedeiros definitivos do agente, portanto, fundamentais para que o ciclo se mantenha.
Toda mulher que esteja pensando em engravidar deve fazer o teste de IgM e IgG pra Toxoplasmose. Caso o teste dê IgG positivo, relaxe. Você já teve contato com a doença e criou anticorpos, seu bebe está protegido. Caso você nunca tenha tido contato (IgG negativo) então deve ter alguns cuidados.


Existem várias formas de se adquirir a doença e o gato NÃO É A PRINCIPAL DELAS!
Você pode adquirir esta doença:



  • Ao ingerir carne crua ou mal passada (30% a 63% dos casos);
  • Ao comer vegetais, frutas e legumes crus mal lavados;
  • Frequentar locais onde vivem muitos gatos de rua como parques com areia para crianças;
  • Cuidando do jardim. Sim, o contato com a terra pode te trazer o contato com fezes de gatos desconhecidos; (3% a 17% dos casos)
  • Tendo contato com as fezes do gato que foi contaminado recentemente (muito dificilmente será o seu).

Os gatos são, sim, transmissores da doença, principalmente os gatos que caçam e que comem carne crua de procedência suspeita. 

Um gato infectado com a doença apenas irá transmiti-la uma vez na vida por somente 15 dias, depois ele vira um portador assintomático com os cistos nos músculos, e não transmite mais a doença.



Gatos domésticos, principalmente os que vivem dentro de casa, se alimentam de ração e somente bebem água tratada muito dificilmente terão contato com o Toxoplasma.


Oi?

Um estudo recente mostrou que a soroprevalência da toxoplasmose em gatos, incluindo gatos errantes (de rua), é em torno de 17% na região metropolitana de Curitiba, semelhante ao encontrado no restante do Paraná (19,4%), Niterói-RJ (19,5%) e São Paulo-SP (11,8 a 23,6%). Isso são os gatos que tem a doença, e a grande maioria já não está mais liberando o parasita nas fezes! Viu como é bem pouquinho?


Mas se a prevalência de gatos contaminados é relativamente mais baixa, por que temos tantas grávidas positivas? 
Na verdade, embora o gato elimine os oocistos (formas infectantes) por apenas 15 dias durante uma única vez em sua vida, quando infectados pela primeira vez com o Toxoplasma gondii, estes oocistos liberados no ambiente podem permanecer no solo por meses ou até anos em condições favoráveis de umidade, temperatura e incidência solar, podendo contaminar as mais variadas espécies animais.

Deste modo fica fácil observar que o provável gato transmissor da toxoplasmose a estas mulheres e população em geral, não é o gato delas, mas sim um gato que deve morar junto às granjas e plantações de hortaliças que elas consomem.

E claro que este gato não as contaminou diretamente pelas fezes, mas sim indiretamente por contaminação dos animais de produção (suínos, ovinos, caprinos e coelhos) ou ainda por legumes, frutas, verduras, leite ou água contaminados. 

Não por acaso, vários estudos mostram que o fator de risco para a infecção de gestantes é o consumo de carne inadequadamente cozida, que contribui em 30% a 63% dos casos; outras como solo contaminado contribuem com 6% a 17%, e o risco de se adquirir toxoplasmose através do contato direto com gatos é extremamente improvável devido às características de eliminação do agente. 

A possibilidade de transmissão para seres humanos pelo simples ato de tocar ou acariciar um gato, ou até mesmo através de arranhões e mordidas, é considerada mínima ou inexistente. 
Ou seja, não se previne toxoplasmose congênita eliminando o gato de uma mulher grávida, mas sim com cuidados higiênicos adequados na ingestão dos alimentos e com bons hábitos de higiene pessoal.

Vem logo irmão!
Como me prevenir então?
O uso de luvas e pazinha para a coleta diária das fezes dos gatos, a adequada lavagem das caixas de areia e das mãos são medidas simples, suficientemente eficazes para não se entrar em contato com o agente da toxoplasmose, uma vez que os oocistos, quando eliminados pelas fezes, necessitam de dois a cinco dias para esporular e se tornar infectantes, e permanecerem como tal por períodos de anos.
Ou seja, se você limpa a caixinha do seu gato diariamente, nunca terá contato com o agente potencialmente infectante mesmo que seu gato esteja liberando o agente nas fezes!

Consumir carnes cozidas pelo menos a 66 ̊C e carnes cruas apenas quando pré-congeladas a -20 ̊, frutas, verduras e legumes bem lavados e mergulhados em solução 1:1000 de hipoclorito de sódio, oferecer aos gatos somente alimentos comerciais (rações) ou pré-cozidos, manter granjas, baias e  local de armazenamento de ração sem a presença de gatos errantes, impedir o controle de roedores pelos gatos, telar parquinhos e praças municipais e escolares, para evitar o acesso de gatos errantes, manter hortas devidamente cercadas e sempre usar luvas para jardinagem.

Conclusão: O contato de gestantes com o Toxoplasma gondii e conseqüente infecção está certamente relacionada aos hábitos de higiene e alimentação, e não no contato direto do proprietário com seus gato, portanto, não há o menor sentido em se recomendar a uma mulher grávida que livre-se do seu gato para evitar a toxoplasmose congênita. 

O ideal seria realizar a sorologia pré-natal da proprietária e o exame sorológico de seus gatos, interpretando o resultado e possível risco da convivência entre ambos, para então serem tomadas precauções inteligentes, que não afetem a interrelação homem-animal que é sempre saudável em qualquer fase da vida.

O contato com animais só trás saúde, alegria e felicidade! Depressão pós-parto? Com um gato ao seu lado, jamais!


Adoro minha casinha!

Não se esqueça de compartilhar este link com suas amigas gestantes!


Até a próxima pessoa!


Texto feito com informações do CRMV-PR.

19 fevereiro 2015

CASTRAR OU NÃO MEU GATO?

Muita gente tem a dúvida se deve ou não submeter seu Pet felino a cirurgia de castração, não vê muitas vantagens, acha que vai ser caro ou dar trabalho, então a dica de hoje é para os donos dos bichanos indecisos.

O que é a castração?

Pra quem ainda não sabe, castrar é o mesmo que esterelizar o animal, ou seja, durante a cirurgia serão retirado suas gônadas, onde é produzido o espermatozóide no macho - o testículo - e os óvulos nas fêmeas - os ovários - (nas fêmeas também é retirado o útero, explico o motivo mais a frente).
Além de produzir os gametas (espermatozóides e óvulos) estes órgãos também produzem os hormônios sexuais dos animais que fazem as fêmeas entrarem no cio, os machos a saírem de casa e arrumar brigas, marcar a casa inteira com urina, etc.

Quais são as vantagens de esterelizar meu gato?


  • Redução de passeios externos
Alguns gatos tem a mania de saírem de casa e às vezes ficam dias, ou até meses, sumidos, voltam magros, muitas vezes machucados, cheios de pulgas, com sarna, e algumas vezes nem voltam pois são mortos na rua.
Para os machos, essas saídas são motivadas pelos hormônios e sinais de gatas no cio por perto, o que faz com que os gatos saiam de suas casas e briguem entre si pela fêmea. Com a castração o gato não terá mais o ímpeto de querer cruzar, então fêmeas no cio não mais o farão sair de casa, e muito menos o levarão a brigas. O gato fica muito mais caseiro, corre menos riscos e dá menos trabalho.
Para fêmeas, também a motivação é o cio, sem cio não haverá nenhum motivo para essas voltas na rua.
  • Redução de morte por brigas, atropelamentos e envenenamentos
Briga de gatos
Se o gato não sai de casa não brigará e não correrá nenhum risco de ser atropelado ou sofrer maus tratos na rua.
Além disso, pessoas costumam colocar veneno para ratos em canteiros, jardins, e se seu gato sai na rua e come, você não vai ver e não vai ter nem a chance de salvá-lo.
  • Redução do contágio por doenças infectocontagiosas e parasitárias
Existem várias doenças que seu gato pode pegar quando entra em contato com outros gatos de rua, algumas só precisam que se aproximem, outras são transmitidas por arranhões e algumas são transmitidas polo ato sexual.
Algumas dessas não tem cura, como a PIF (Peritonite Infecciosa Felina) e a FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) e FeLV (Vírus da Leucemia Felina).
Além disso, seu gato pode estar pegando pulgas na rua e transmitindo a outros gatos ou cães que você possui em sua casa, um problema de difícil resolução, pois se o gato não para em casa, você nunca vai conseguir livrá-lo das pulgas.
  • Evitar a prenhez indesejada e o abandono de animais
Algumas gatas quando não são castradas podem entrar no cio a cada 15 dias. Já pensou no trabalho e dor de cabeça?
Se por um acaso sua gata consegue sair de casa e cruzar, você terá que lidar com os filhotes por pelo menos dois meses antes de poder doá-los.
Muita gente irresponsável acaba por abandonando os filhotinhos à própria sorte, onde a maioria vai morrer ou, dependendo da idade, vai ser mais um gato sem dono nas ruas, que continuará se reproduzindo e aumentando o assustador número de animais abandonados. Isso é CRIME e deve ser denunciado para a polícia!
Gatos de rua, abandonados e se reproduzindo sem parar

Não corra este risco, é preciso acabar com o mal pela raíz com a castração!
  • Evita doenças do sistema reprodutor, câncer, etc
Gatas não castradas correm um enorme risco de desenvolverem Piometra, que é uma infecção do útero que fica cheio de pus e onde o tratamento é a castração de urgência. (Não é melhor castrar antes?)
Além do risco maior de câncer de mama, o câncer mais comum em gatas e cadelas, que diminui sua incidências em gatas que são castradas novas, a partir dos 5 meses de idade.
As injeções anti-cio aumentam assustadoramente o risco da gata desenvolver o câncer!


Mas como é a cirurgia? Meu gato vai sofrer muito? Da muito trabalho?

A cirurgia é muito simples e realizada de rotina em todas as clínicas e hospitais veterinários.
Nos machos ela tem a duração de aproximadamente 30 minutos e é um pequeno corte feito próximo aos testículos.
Nas fêmeas dura entre 30 e 90 minutos e é um pequeno corte feito logo abaixo no umbigo.
Em ambos os casos o animal leva apenas entre um e 4 pontos que será retirado após 10 dias.
Gato castrado utilizando roupa cirúrgica

Neste intervalo o gato tomará uma medicação para a dor por aproximadamente 3 dias e um antibiótico por 7 dias, e pode ser dado em forma injetável também caso seu gato dê muito trabalho pra medicar por via oral, é só conversar com seu veterinário.
Os gatos saem da cirurgia e ficam sonolentos durante o restante do dia e normalmente só vai querer comer no dia seguinte. Não precisa ficar internado e nem de alimentação especial.
Gato castrado utilizando colar elizabetano

O único cuidado é o uso de roupa cirúrgica ou colar elizabetano para que seu bichano não mecha na ferida e arranque os pontos.

E depois como fica?

Após a retirada dos pontos nenhum cuidado adicional é necessário e seu gato volta a ser o mesmo gato de antes, um pouco mais calmo, menos briguento e muito mais caseiro.
O único cuidado extra é ficar de olho na alimentação para que ele não engorde após a castração, escolhendo sempre ração para gatos castrados de boa qualidade.


É isso pessoal! Então, vale apena ou não castrar seu bichano? Claro que vale!
Compartilhe com seus amigos gateiros e com todos que pensam em adquirir um gatinho.
Até a próxima!


Tchau tchau!

09 fevereiro 2015

POR QUE OS GATOS AMAM CAIXAS?

Quem tem gato sabe: você pode comprar um arranhador ou uma bolinha, mas nada vai deixar o bichano mais feliz do que uma simples caixa abandonada. Isso mesmo, uma caixa. Qualquer modelo: de sapato e de móveis, pequenas e grandes. O importante é ser um caixa. Mas por que essa preferência, quase viciante, de gatos por caixas? Esse é mais um mistério que nem mesmo a ciência consegue desvendar por completo.
Confortável e seguro?
É óbvio que as caixas proporcionam uma proteção extra para os bichanos. Eles podem ficar ali por horas dormindo ou bolando uma emboscada para seus pés. Mas não é possível que seja apenas por isso! Graças a bioveterinários especializados em comportamento felino, hipóteses concretas foram formuladas, e podem te assustar: talvez seu gato não apenas goste de caixas, mas realmente precise delas.
Seguro? Talvez. Confortável? Não!
Entender a mente felina é bem complicado. Afinal, os gatos burlam testes de inteligência, diferentemente de outros animais. Mas as pesquisas dizem que os bichanos sentem conforto e segurança em lugares fechados e apertados. Essa é a provável explicação do amor de gatos pelas ~confortáveis caixas.
Outro estudo, realizado pela veterinária holandesa Claudia Vinke, revelou que os gatos precisam de caixas para ficarem menos estressados. Vinke separou caixas em um abrigo para gatos e notou que os felinos recém-chegados eram os primeiros a se abrigarem, por se sentirem em perigo. Depois, a veterinária analisou os animais e percebeu que os gatos das caixas estavam com menores níveis de estresse.
A verdade é que todos gatos se escondem quando se sentem ameaçados ou estressados, inclusive os selvagens. A diferença é que os gatos domésticos não têm árvores para subirem, e então se escondem em caixas de sapatos. Abaixo um vídeo de amor entre gatos e caixas:
Fonte: GALILEU